segunda-feira, 5 de março de 2012

Windows 8: como mudar o fundo da interface Metro

O Windows 8 Consumer Preview está disponível desde a semana passada, mas já há muita gente que cansou do visual dela. Se você quer adicionar um pouco de personalização para o sistema operacional, pode começar editando o fundo da tela inicial (Start Screen) da interface Metro. Gostou da ideia? Então acompanhe alguns rápidos passos e deixe o seu computador com o Windows 8 ainda mais bonito.

1. Coloque o cursor de seu mouse na parte superior direita da interface Metro. Em poucos segundos, a “Charm Bar” será aberta. Quando isso acontecer, clique sobre o botão “Settings” (Configurações)


2. Logo depois, pressione “More PC Settings”.


3. Uma opção “Personalize” vai surgir no seu computador. Logo após selecioná-la, clique sobre “Start Screen”.


4. Você pode localizar o botão “Choose a background”. Ao clicar sobre ele, várias imagens vão aparecer e você vai poder escolher uma delas para deixar no fundo de sua tela inicial. Pelo menos na versão de testes do Windows 8, é impossível enviar novas imagens para o sistema.


4. Agora, você só precisa escolher uma nova cor de fundo em “Choose backgroud color”. Ao fazer isso, a Start Screen estará do jeito que você quer.

Fonte: Tecmundo

Windows 8 pode ter versão Professional Plus

A Microsoft sempre lança várias versões diferentes do Windows, cada uma se adaptando melhor a um determinado perfil de utilização. Com o Windows 8, a história vai se repetir, mas com novas edições. Isso foi descoberto pelo site Windows8Beta, que verificou o registro do Windows 8 Consumer Preview para encontrar algumas dicas do que aconteceria no futuro.

Como você pode ver na imagem acima, além das tradicionais Starter, Home, Professional e Ultimate, há também versões ARM (mais recomendada para portáteis) e uma nova Professional Plus. Quais serão as diferenças delas nós ainda não sabemos, mas é bom ficar atento ao que virá no futuro, pois a Microsoft deve estar reservando várias surpresas para os consumidores. Confira a lista completa:

  • Windows 8 Enterprise Edition;
    Windows 8 Enterprise Eval Edition;
    Windows 8 Home Basic Edition;
    Windows 8 Home Premium Edition;
    Windows 8 ARM Edition;
    Windows 8 Professional Edition;
    Windows 8 Professional Plus Edition;
    Windows 8 Starter Edition;
    Windows 8 Ultimate Edition.

Fonte: Tecmundo

Windows 8 Consumer Preview: 1 milhão de downloads em um dia

Pelo visto, a nova versão Beta do Windows tem feito sucesso na internet. Desde que foi liberada para download, um dia atrás, o Windows 8 Consumer Preview já alcançou a marca de 1 milhão de downloads realizados. É o que divulga a equipe responsável pela compilação e distribuição do sistema, no Twitter.

Fonte: Tecmundo

Windows 8 quer dominar o mercado de tablets

(Fonte da imagem: Baixaki/Tecmundo)

Mais do que representar a chegada de um novo sistema operacional aos consumidores, o lançamento do Windows 8 Consumer Preview pode significar uma grande mudança no mercado de tablets. Enquanto a Google falhou em conquistar a preferência do público nesse segmento, o novo produto da Microsoft pretende ser um concorrente de peso para a Apple e seu iPad.

Evidentemente, a empresa responsável pelo Android não vai ficar parada enquanto perde consumidores. O principal responsável pelo sistema operacional, Andy Rubin, prometeu recentemente que a Google iria dobrar o espaço que ocupa no segmento. Porém, ainda não há indícios claros de como isso vai acontecer.

Preocupa bastante o fato de a Samsung, responsável pela fabricação dos tablets Android mais populares do mercado, ter afirmado que “não está desempenhando muito bem nesse mercado”. Apesar de ter dominado o mundo dos smartphones, a Google também não parece muito disposta a melhorar a qualidade e quantidade dos aplicativos feitos para rodar em telas maiores — uma oportunidade e tanto para os competidores.
Aposta na interface Metro

Diversas decisões tomadas pela Microsoft indicam que o Windows 8 quer ser bem sucedido onde o Android falhou. Desenvolvedores terceirizados só podem criar aplicativos específicos para a interface Metro, e nenhum programa que não se baseie nela será compatível com os dispositivos que possuem arquitetura ARM, outra grande aposta da companhia.

 

(Fonte da imagem: Baixaki/Tecmundo)

“Temos o melhor ambiente para aplicativos do mercado”, afirmou Antoine Leblonde durante a apresentação da versão Consumer Prewiew do sistema operacional. Isso mostra que a empresa possui uma dedicação que a Google não apresenta: em vez de simplesmente esperar que desenvolvedores criem aplicativos por vontade própria, a companhia exige que eles se adaptem à plataforma o quanto antes.

O novo produto também tem a vantagem de carregar a marca Windows, que comprovadamente é capaz de estimular sozinha a compra de novos hardwares. Caso o Windows 8 se aproxime dos números de venda obtidos pela versão 7, terá sido criado um mercado que os desenvolvedores simplesmente não poderão ignorar.
Enfrentando a poderosa Apple

Um mercado de tablets dominado pela nova plataforma e pelo iPad poderia não deixar qualquer espaço para competidores como o Android. Basta olhar para o mercado de smartphones para comprovar isso: dispositivos com o Windows Phone não provocaram qualquer impacto no segmento dominado pela Google e pela Apple.

A companhia de Cupertino é provavelmente a maior adversária a ser vencida para que a Microsoft atinja seus objetivos. Através de melhorias sucessivas no iPad e no iOS, a empresa de Tim Cook adquiriu uma força sem igual no segmento de tablets — prova disso é o convite enviado à imprensa no dia 28 de fevereiro, que sozinho foi capaz de desviar a atenção de quem acompanhava o Mobile World Congress 2012.

Fonte: Tecmundo

Windows 8 pode formatar uma máquina em somente 6 minutos

(Fonte da imagem: BGR)

Uma das características mais marcantes dos sistemas operacionais da Microsoft é que, após determinado tempo de uso, é inevitável ter que formatar a máquina. Porém, segundo o site BGR, essa situação foi totalmente eliminada no Windows 8, que conta com uma função capaz de limpar o computador em somente seis minutos.

Batizado com o nome “Push Button Reset” (Reiniciar com o aperto de um botão), o recurso permite deixar o software com as configurações de fábrica com o simples aperta de um botão. Tudo isso sem precisar usar nenhum drive USB ou disco de instalação, algo indispensável nos produtos anteriores da fabricante.

A velocidade do processo surpreende, ainda mais quando se leva em conta que é preciso esperar cerca de 20 minutos para fazer uma formatação através do Windows 7. Embora não pareça muito relevante em um momento inicial, a mudança exemplifica bem o esforço da Microsoft em criar um produto rápido e amigável ao maior número possível de pessoas.

Fonte: tecmundo

sábado, 3 de março de 2012

9 lugares na Terra que mais parecem ficção científica


Não são apenas nos filmes que conseguimos ver cenários que parecem de outro mundo, sejam formações naturais ou criações humanas. Confira, logo abaixo, uma lista com alguns dos mais incríveis (e estranhos) locais existentes na realidade.

Caverna de cristais de Naica


(Fonte da imagem: Terra Média)
Descoberta acidentalmente em uma mina no norte do México, esta caverna é uma das mais incríveis formações naturais da Terra. Dentro dela, é como estar em um mundo completamente diferente do nosso: cristais com vários metros de altura recobrem cada canto do ambiente.
É uma pena que, o que tem de belo na caverna de Naica, também há de perigoso. Isso porque a alta temperatura e a umidade do local permitem que os cientistas permaneçam na área por apenas alguns minutos, mesmo com trajes especiais.

Neft Daslari


 (Fonte da imagem: TUTA)
Acredite se quiser, mas a imagem acima é de uma plataforma petrolífera. Localizada a mais de 50 quilômetros de terra firme, a Neft Daslari começou pequena, mas logo cresceu, transformando-se em uma verdadeira cidade flutuante.
Uma vez que viajar até a vila mais próxima para fazer compras é algo inviável, a plataforma ganhou várias estruturas, para tornar o dia a dia no local mais agradável. Condomínios, escolas, padarias e até mesmo um cinema podem ser atualmente encontrados na Neft Daslari.

Chamarel

 
 (Fonte da imagem: Los Angeles Times)
A vila de Chamarel mais parece um pedaço de Marte que caiu na Terra. Suas dunas, em tons de vermelho, amarelo, laranja, marrom, verde e até mesmo azul, fazem qualquer um pensar que elas simplesmente não vêm deste mundo.
Mas, por mais bizarro que possa parecer, essa terra colorida é um efeito natural: os diferentes tons foram causados pelo resfriamento das rochas vulcânicas a diferentes temperaturas. Mesmo assim, a beleza do local não deixa de impressionar, principalmente pelo enorme contraste que as dunas têm com a floresta próxima.

Pedregulhos de Moeraki


Não, esses não são ovos de aliens no meio da praia, mas outra bizarrice natural. As pedras, que chegam a ter até três metros de diâmetro e pesar sete toneladas, são formadas por sedimentos do fundo do mar. O processo acontece de forma semelhante ao de uma pérola.
A cada ano que passa, mais e mais dessas pedras aparecem na praia de Moeraki, na Nova Zelândia, devido à erosão dos penhascos próximos, em que várias dessas rochas estão presas. Por isso, aqueles que visitam o local podem ver os pedregulhos na metade do processo de “fuga”.
Os pedregulhos de Moeraki também têm uma característica um tanto quanto estranha: com o passar dos anos, muitos deles simplesmente se quebraram, revelando que as formações são na verdade ocas. Pensando bem, será que elas não são ovos mesmo...?

A porta para o Inferno

 
(Fonte da imagem: English Russia)
Se há algum lugar na Terra que possa ser uma ligação com o mundo dos mortos, esta enorme cratera no meio do deserto de Karakum é o ponto mais provável.
A “Porta para o Inferno”, como é chamada, foi, na verdade, uma criação humana completamente acidental: quase 40 anos atrás, um grupo de geólogos soviéticos iniciou uma escavação no local. Foi então que eles encontraram uma caverna gigantesca cheia de metano.
Uma vez que as pessoas correriam sérios riscos de vida para adentrar a área, a solução encontrada pelos soviéticos foi queimar todo o gás, para que a escavação pudesse prosseguir. O que ninguém imaginava era que, mesmo depois de quase quatro décadas, a cratera continuaria em chamas, sem uma pausa sequer.
Não se sabe quanto metano ainda há no bolsão, mas, ao que tudo indica, ele não deve acabar tão cedo.

Gate Tower Building


(Fonte da imagem: Muza-chans Gate to Japan)
Uma briga, envolvendo uma empresa que não queria mudar o projeto de um edifício de lugar e uma construtora de estradas que não tinha intenção de fazer um desvio em sua rota, “gerou” um prédio um tanto diferente em meio à paisagem de Osaka, no Japão.
Para solucionar o problema de sobreposição nos dois projetos, as construtoras fizeram algumas alterações nas estruturas. Dessa forma, a estrada suspensa pôde literalmente passar por dentro do prédio, que ganhou um enorme vão em seu centro. A visão do edifício parece saída diretamente das séries de super-heróis japoneses.

Vale da Lua

 
(Fonte da imagem: Mochilone)
Único local da lista em terras brasileiras, o Vale da Lua, como seu nome entrega, possui rochas com formas que lembram muito a paisagem do satélite que rodeia nosso planeta. Localizado no Vale dos Veadeiros, em Goiás, o aspecto das rochas foi formado graças à corredeira do Rio São Miguel. Se não fossem as águas e a floresta ao redor do lugar, seria fácil pensar que aquela área é uma parte da Lua.

A cidade murada de Kowloon

 
Ampliar (Fonte da imagem: Sometimes Interesting)
O que começou como um refúgio de guerra chinês tornou-se uma cidade separada de todo o resto do mundo. O local era formado por dezenas de prédios, todos tão próximos que tornavam quase impossível dizer onde acabava um e começava outro.
Essa bizarra massa de edifícios era de difícil acesso para pessoas comuns, o que fez dela um lugar perfeito para gangues. Nem mesmo o governo da China tinha poder sobre a área.
A cidade murada de Kowloon continuou como o paraíso dos crimes por décadas, até que foi demolida, em 1994.

Ilhas Izu

 
 (Fonte da imagem: Atlas Obscura)
A presença de uma série de vulcões nesse arquipélago da costa do Japão tornou o local quase inabitável para humanos, devido à enorme quantidade de enxofre no ar. Assim, a área foi completamente evacuada em 2000.
Mas as ilhas Izu não continuaram vazias por muito tempo. Em 2005, cientistas, com permissão do governo japonês, ofereceram uma pensão para aqueles que aceitassem morar no local. Estes serviriam de cobaias para estudos sobre os efeitos debilitantes do ambiente nas pessoas.
É claro que houve uma quantia enorme de candidatos, entre os interessados pelo dinheiro e as pessoas que queriam voltar para suas casas. Os selecionados passaram a morar no local, sendo então obrigados a usar máscaras de oxigênio 24 horas por dia.

Fonte: Tecmundo

PS Vita: analisamos a nova máquina portátil da Sony [vídeo]

O próximo passo da jogatina portátil da Sony ocorre em um momento bastante atípico. Trata-se de uma época em que celulares/tablets/smartphones disputam palmo a palmo um crescente mercado de games, boa parte dele orientado para oferecer diversão acessível a preços praticamente simbólicos — caso você desconsidere a qualidade questionável de alguns aplicativos, pelo menos.
Além disso, mesmo o mais deslumbrado fã de tudo o que leve a assinatura da Sony deve admitir certa falta de suporte para a plataforma móvel anterior, o PSP — um bom console, com alguns títulos de peso, mas que jamais chegou a realmente encontrar seu lugar ao sol, sobretudo em relação às third-parties. Bem, mas qual poderia ser a resposta da Sony, a sua posição em um cenário que constantemente transforma e retransforma a jogabilidade portátil? Simples: o negócio é tentar abocanhar o máximo possível... Mas sem perder o estilo.
Um jogador particularmente otimista poderia colocar o PlayStation Vita em uma zona de conforto: um console capaz de atentar para as atuais exigências de conectividade (orientada à formação de comunidades online), diversão casual e interface dinâmica, mas sem se descuidar do seu principal nicho; aquele seleto grupo inscrito no código genético da Sony desde que esta resolveu apostar as fichas no entretenimento eletrônico: o público hardcore.
Mas, entre inovações, adequações e “mais do mesmo”, será que realmente vale a pena conferir a próxima cartada para a diversão móvel da Sony? Bem, embora seja difícil prever o percurso do Vita durante os próximos meses ou anos, certamente se pode dizer algo sobre o produto que tem feito muita gente pensar em empenhar algumas centenas de reais. Sem mais delongas, vamos aos detalhes.

Aprovado

Design ergonômico e visual elegante

No que diz respeito estritamente ao visual e à ergonomia, o Vita realmente não se afasta muito da fórmula encontrada pelo PSP. Entretanto, a semelhança maior ocorre mesmo com as primeiras versões do PlayStation Portable, que eram maiores e também consideravelmente mais pesadas. Já a estética de contornos metálicos parece ter bebido da mesma fonte que o iPhone 4.
De fato, alguém poderia até mesmo questionar a portabilidade do PS Vita. Afinal, em uma era de celulares e notebooks com vocação para folha de papel, o portátil da Sony aparece com uma tela consideravelmente maior que a do seu antecessor, além de ser, de forma geral, bem mais bojudo e também um tanto mais pesado.
O manuseio do aparelho também é ligeiramente diferente, sobretudo em razão da existência de uma superfície touch traseira. Quer dizer, caso não queira disparar chutes equivocados em FIFA, por exemplo, é uma boa segurar o aparelho pelas bordas — de forma que a parte posterior fique inteiramente livre, caso esteja ativada.
O controle de volume vai da parte frontal (no PSP) para a parte superior, na forma de dois singelos botões, “+” e “-“. O som é emitido através de dois alto-falantes dispostos na parte frontal... Embora um bom fone de ouvido com certeza ainda seja a melhor opção. Ademais, “Start” e “Select” parecem bastante naturais na parte frontal direita do console, enquanto que os tradicionais botões do PlayStation garantem a jogatina, sem grandes diferenças. Pelo menos até chegar aos direcionais.

Enfim, um segundo analógico

Mesmo um fã de carteirinha do PlayStation Portable precisaria reconhecer: o direcional analógico do portátil passava longe de ser realmente funcional. E mais: havia apenas um, o que com certeza limitava muito as coisas para determinadas franquias. Bem, isso foi corrigido no Vita.
O console possui dois autênticos direcionais analógicos — que se parecem e funcionam como tal. Talvez a ergonomia aqui não seja tão grande quanto a encontrada no DualShock ou no controle do Xbox 360, mas os controles com certeza fazem um bom trabalho (embora a superfície convexa, em vez de côncava, pareça uma escolha um tanto estranha). Entretanto, resta a dúvida: por que não foram acrescentadas funcionalidades de botão (R3 e L3)?

Interface dinâmica e precisa

A XrossMediaBar já é tão popular que, de início, quase parece estranho navegar por um console da Sony de outra forma. Mas, para quem não faz o tipo saudosista e avesso a mudanças, a interface do PlayStation Vita não apenas é tão intuitiva quanto a XMB quanto também parece perfeitamente adequada à proposta do console.
Toda a navegação aqui é feita através de toques e movimento do dedo sobre a tela do aparelho. Jogos e aplicativos deixam os ícones estáticos da XMB para assumir balões de aparência lúdica e agradável — caso segure o dedo sobre um deles, o console ainda revelará informações adicionais, como o espaço ocupado no cartão de memória. Além disso, o pano de fundo pode ser personalizado de acordo com a sua preferência (alterando cores ou colocando fotografias).

Blockbusters na palma da mão

A performance do PlayStation Vita é realmente surpreendente, sobretudo em se tratando de dispositivos portáteis. Senão, tente colocar Uncharted: Golden Abyss para rodar sem deixar o queixo cair.

As texturas são belíssimas, a iluminação e o contraste impecáveis, o que ainda é complementado por uma taxa de fps (quadros por segundo) vigorosamente estável. O game ainda traz um belo mostruário das potencialidades do Vita, utilizando ambas as superfícies sensíveis toques — para traçar as rotas das escaladas e subir em cordas — e também o giroscópio — para o posicionamento da mira e nas inclinações para os saltos.
Mas, caso as rolagens e saltos do Sr. Drake não façam o seu estilo, o Vita também inclui na sua primeira leva de games outros títulos de peso, tais como o excelente Rayman Origins, F1 2011 ou Ultimate Marvel vs. Capcom 3.

A praticidade das LiveAreas

Cada aplicativo ou jogo, uma vez acionado, abre a sua própria LiveArea no Vita. Trata-se de um espaço exclusivo onde, além de iniciar o jogo, você também pode ter acesso a opções extras — link para o site do jogo, acesso à PSN para conteúdos extras, funcionalidades multiplayer etc. Até seis LiveAreas podem ser abertas de uma única vez, e, para fechar, basta arrastar a tela, como se fosse “descartar” a página.

Um portátil social

O PlayStation Vita traz uma série de aplicativos interessantes, os quais pretendem tornar a sua experiência portátil muito mais interativa e social. O Near representa uma espécie de hub interpessoal, conferindo a possibilidade de saber quem está jogando o quê nas proximidades. O App utiliza uma rede Wi-Fi e/ou 3G para determinar a sua localização corrente para, em seguida, conectá-lo a uma rede para saber quem está online.
Já o aplicativo Friends traz uma forma simples e rápida de saber o que os seus contatos andam jogando (bem como os seus troféus), além de mostrar quem está online. Já Group Messaging é o seu programa de chat aqui, enquanto que, pela primeira vez, a Sony acrescenta a possibilidade de chat interjogos, o que vem a bordo do App Party.

Surfando com o PS Vita

O navegador do Vita realmente faz um trabalho bastante decente. Embora a velocidade de carregamento de sites mais pesados deixe um pouco a desejar em relação a um bom smartphone, todo o processo é bastante fácil e intuitivo. Além disso, não parece arriscado dizer que o console tem um dos melhores teclados virtuais do mercado de dispositivos portáteis.

Integração com o PlayStation 3

Guardadas as devidas proporções, pode-se dizer que a integração entre o PlayStation Vita e o PS3 funciona de forma semelhante ao conceito proposto pela Nintendo para o seu Wii U. Conforme colocou recentemente a Capcom, o Vita é o “controle definitivo” para o seu Ultimate Marvel vs. Capcom 3.
De qualquer forma, fato é que o acesso remoto ainda se encontra em um estado bastante incipiente — embora o potencial seja óbvio. Em sua maioria, os jogos que disponibilizam a integração — que exibe as imagens do PS3 na tela do portátil — ainda são os jogos antigos para o PS One. Além disso, a lentidão ao navegar por alguns menus sugere que ainda há muito a melhorar.

Reprovado

Pode complicar na hora do “shoryuken”

Caso a sua praia seja encarar jogos de luta com o direcional digital, há aqui um pequeno inconveniente: a proximidade do analógico esquerdo. Ao disparar golpes estilo “shoryuken” ou “haduken”, por exemplo, não serão raros os esbarrões. Nada que tire o brilho da adição, é claro. Mas demora um pouco para se acostumar.

Sem suporte para Flash

Ok, é verdade que a Sony pretende suporte para Flash no Vita. Entretanto, neste momento, sequer há suporte para HTML5, de forma que os vídeos vão aparecer como belos retângulos vermelhos na sua tela.

Uma boa câmera fotográfica ainda faz melhor

Mesmo que o principal motivo para a existência de câmeras no Vita seja a utilização com realidade aumentada (AR), é impossível não considerar o desempenho medíocre em outros departamentos.
O console possui duas câmeras: uma frontal e outra traseira. Entretanto, é pouco provável que você queira tirar fotos com qualquer uma delas. Ok, a qualidade ainda é melhor do que seria possível com o 3DS... Mas mesmo assim, nada demais. O suporte a captura de vídeos foi adicionado posteriormente pela Sony, mas também deixa a desejar.

Um preço compatível com a realidade brasileira?

Embora custe US$ 250 (aproximadamente R$ 430) nos EUA, o PlayStation Vita fio oficialmente anunciado por estas bandas pela impressionante quantia de R$ 1.600. Considerando-se ainda que o cartão de memória de tecnologia proprietária da Sony tirará mais algo em torno de R$ 400 do seu bolso, é realmente de se pensar se vale a pena adquirir o novo portátil da Sony neste momento.

Vale a pena?

O PS Vita com certeza representa uma grande experiência para qualquer fã de jogatina portátil. Há um hardware vigoroso, empacotado dentro de um design consistente e atraente, e também não faltam boas novidades para temperar mesmo os jogos menos casuais — o que é praticamente inédito, diga-se de passagem.
Simultaneamente, há também uma interface lúdica e interativa, perfeitamente de acordo com as tendências oferecidas (impostas) pelas novas levas de gadgets com telas sensíveis ao toque. Entretanto, qualquer análise prévia pode ter como pretensão apenas o potencial da versão “produto” do Vita.
Em outras palavras, embora o segundo round nos consoles portáteis da Sony apresente uma lista considerável de atributos que, com certeza, justificam o que é pedido — desde que você não tenha que recorrer a nenhuma importadora inescrupulosa... —, seria difícil vislumbrar, no momento, qual será a trajetória do Vita.
Quer dizer, haverá suporte adequado das third-parties? O console realmente conseguira se espremer entre a impressionante variedade de gadgets que oferecem jogos a preço de banana, enquanto popularizam várias tecnologias de ponta? Resta agora esperar para conferir se o Vita será realmente o Vita... Ou apenas o “PSP 2”.

Fonte: Tecmundo

Microsoft completa migração do Hotmail para o Outlook.com

Em julho de 2012, a Microsoft lançava o Outlook.com, novo serviço de email gratuito com interface Metro e integração com redes sociais. Ho...