sábado, 29 de outubro de 2011

Windows 8 deve chegar em agosto de 2012 e Windows 9 em 2014


De acordo com a publicação do site Toms Hardware, um cronograma da Microsoft teria vazado e revelado o lançamento oficial do Windows 8 para agosto de 2012 (tendo uma versão Beta liberada em janeiro, durante a Consumer Electronics Show 2012). Junto com a nova versão do sistema operacional, devem ser anunciados o Windows Phone 8 e a Xbox Store.
Nesse mesmo roadmap, já estaria também prevista a demonstração do Windows 9 para a CES de 2014 e sua comercialização seria iniciada em novembro desse mesmo ano.

Fonte: Tecmundo

xpPhone 2 traz o Windows 8 para dentro de seu bolso

(Fonte da imagem: xpPhone.com)
A fabricante ITG anunciou nesta sexta-feira (28 de outubro) o lançamento do xpPhone 2, aparelho que se destaca por usar o Windows 8 como sistema operacional. Não é a primeira vez que a companhia tenta trazer um sistema de desktops para o bolso de seus clientes – a geração anterior do xpPhone vinha equipada com o Windows XP.
O novo smartphone conta com uma tela de 4,3 polegadas e deve começar a ser vendido em algum momento de 2012. Apesar de o Windows 8 parecer uma escolha estranha para um telefone móvel, as imagens divulgadas pela empresa mostram que a interface Metro se adaptou bem às dimensões reduzidas do display utilizado.
Confira abaixo mais detalhes técnicos do produto:
  • Processador de 1. 6 GHz;
  • 2 GB de memória RAM;
  • Capacidade de armazenamento interno de até 112 GB;
  • Até 18,5 horas de conversação
Até o momento, a ITG não ofereceu mais detalhes sobre as tecnologias que utilizará em seu novo portátil – porém, tudo indica que o processador pertence à linha Atom da Intel. Ao contrário do primeiro xpPhone, não há qualquer indicação de que o novo dispositivo vá contar com um teclado físico para facilitar a digitação de textos.
 
Fonte: Tecmundo

Anatel estabelece novas metas para provedores de internet


A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou na última quinta-feira (27 de outubro) novas metas para as empresas que fornecem acesso à internet fixa e móvel. Segundo informações divulgadas pela Agência Brasil, a partir de 2012 os provedores que possuem mais de 50 mil assinantes terão que garantir um mínimo de 60% das velocidades oferecidas.
O índice de velocidade mínima aceitável deve aumentar a cada ano, chegando a uma média mensal de 80% em 2014. Ótima notícia quando se leva em conta que, atualmente, costumam entregar somente 10% do que foi estabelecido em contrato.
Outra novidade fica por conta da chamada velocidade instantânea da conexão, que não poderá ser inferior a 20% do que for contratado em 95% das medições realizadas pela agência. O percentual passa para 30% em 2013, atingindo 40% no ano seguinte. A Anatel afirmou que as novas metas começam a valer após um ano da publicação das resoluções, o que deve acontecer na próxima semana.
As empresas também serão obrigadas a oferecer aos consumidores um software para a medição de velocidade, que servirá como um meio de fiscalização do contrato estabelecido. Uma entidade não especificada será a responsável por verificar o cumprimento das metas, encaminhando os dados coletados para a Anatel. Em caso de irregularidades, os provedores podem ser multados em até R$ 25 milhões.

Mais vantagens aos clientes

Outra novidade é a proibição do chamado “traffic shaping”, no qual as empresas limitam a velocidade oferecida dependendo do serviço utilizado pelo cliente. As exceções são os casos em que tal atitude é necessária para manter a segurança e a estabilidade da rede. Dessa forma, empresas que atuam na área de telefonia não poderão estabelecer métodos que impeçam os usuários de usar comunicações por VoIP para aumentar seus lucros, por exemplo.
A Anatel também estabeleceu uma redução no preço das ligações entre telefones fixos e móveis, além de fixar em 60 segundos o tempo máximo para que uma mensagem SMS chegue ao destinatário em 95% dos casos. Segundo o conselheiro da Anatel João Rezende, todo o processo de modernização necessário para o cumprimento das novas metas deve ser feito sem o aumento dos preços cobrados.

Fonte: Tecmundo

Samsung supera Apple em smartphones, pedidos sobem 44% no 3o tri


Reuters. Por Hyunjoo Jin - A Samsung Electronics ultrapassou a Apple como maior fabricante de smartphones no período de julho a setembro com um salto de 44 por cento nos embarques e prevê fortes vendas no atual trimestre, em um claro alerta para os concorrentes.

A Samsung entrou no segmento de smartphones no fim do ano passado, mas as vendas dispararam em decorrência de um sistema de produção que rapidamente leva novos produtos ao mercado. A Apple lançou o primeiro iPhone em 2007.

"Na divisão de celulares, a Samsung não tem modelos concorrentes que representem alguma ameaça para os seus produtos, com exceção do iPhone 4S. Apple e Samsung continuarão a dominar o mercado no quatro trimestre", disse o gerente de fundos Kim Hyun-joong, da Midas Asset Management, que tem ações da Samsung.

O lucro da divisão de telecomunicações da companhia sul-coreana, anunciado nesta sexta-feira, mais que dobrou em relação a um ano atrás, para o recorde de 2,5 trilhões de wons (2,2 bilhões de dólares) e respondeu por 60 por cento do lucro total da Samsung, além de ter compensado a queda acentuada nos ganhos da divisão de chips de memória.

Os embarques de smartphones subiram 44 por cento em relação ao trimestre anterior, para 27,8 milhões de unidades, quase quatro vezes mais que um ano antes, segundo a consultoria Strategy Analytics.

As vendas da Apple diminuíram em 16 por cento, para 17,1 milhões de unidades no terceiro trimestre. A Samsung tinha 23,8 por cento do mercado global de smartphones no trimestre passado, nove pontos acima da Apple.

Fonte: Tecmundo

Versão de testes do Adobe Photoshop CS6 vazou na internet, confira as novidades

(Fonte da imagem: AppleInsider)
O Adobe Photoshop CS6 nem tem data de lançamento marcada, mas uma versão prévia de testes, chamada de Superstition, já vazou na internet. As novidades no aplicativo parecem bem mais significativas do que o que ocorreu com o modelo anterior.
De acordo com AppleInsider, que teve acesso a uma dessas cópias, a mudança mais radical foi mesmo na interface do programa, que ganhou cores escuras (ao contrário do visual acinzentado das anteriores) e uma separação de ferramentas mais eficiente. O visual estaria cada vez mais parecido com o do Aperture, editor de imagens da Apple.
Mas o maior esforço foi mesmo o de providenciar ferramentas para trabalhar com a perspectiva de retratos e efeitos em 3D. A possibilidade não é nova (existe de forma básica desde o CS4), porém, várias ferramentas inéditas foram adicionadas, como “3D Text” e “Perspective Crop Tool”.
Mais efeitos em 3D estarão presentes no CS6. (Fonte da imagem: AppleInsider)
Além disso, foi adicionada uma função que pode salvar aqueles que perderam trabalhos inteiros por quedas de energia ou travamentos do PC: o “Autosave”, que grava automaticamente a imagem aberta a cada período de tempo determinado pelo usuário.
Há ainda o efeito que devolve a nitidez aos retratos desfocados, mas ele não foi encontrado nos testes, podendo fazer parte apenas de uma atualização ou versão posterior. Vale lembrar que a versão vazada ainda é preliminar, portanto alguns desses recursos podem ser modificados ou até eliminados no resultado final.
Fonte: Tecmundo

sábado, 22 de outubro de 2011

como seria o mundo se a Apple não existisse

Você pode até dizer que a única diferença entre um Mac e um PC é a Maçã na tampa dos notebooks. Mas é preciso admitir que a Apple é uma das empresas de informática que mais influenciou o mercado nas últimas décadas. Algumas das inovações criadas por Steve Jobs foram vitais para que a tecnologia chegasse ao ponto em que está hoje.
Duvida? Então imagine um smartphone sem tela touchscreen, um computador sem interface gráfica, notebooks mais pesados do que Crysis 2 e players multimídia portáteis que ainda estariam rodando mídias físicas (CDs, DVDs e Blu-rays). Ainda está duvidando? Sendo assim, confira mais detalhes de como seria o mundo se a Apple não existisse.

Smartphones: teclas e mais teclas

Antes de Steve Jobs lançar o iPhone, a grande maioria dos telefones tinha mais de 50% da estrutura dominada por teclados. Os smartphones mais utilizados antes da “Era Apple” eram os da marca Blackberry e, não fosse a Apple, possivelmente eles ainda seriam os maiores representantes do segmento dos aparelhos inteligentes.
O problema é que, mesmo sem todas as vantagens oferecidas pela tecnologia multitoques, os smartphones ainda teriam uma grande gama de funcionalidades. Acessar a internet seria algo simples, mas para se divertir com games e controlar a interface gráfica os celulares precisariam ser conectados a mouses e teclados.
Quero ver alguém reclamar que não consegue achar alguma tecla...
Angry Birds, um dos maiores clássicos da geração portátil, não teria feito sucesso. Imagine como seria controlar as aves pelo teclado do celular. É possível que as lojas de aplicativos fossem repletas de games como Tetris, Snake e Lógica, além de outros um pouco mais avançados, como Parachute (clássico da Nokia).
Sem os smartphones, tablets também não seriam produzidos, pois as interfaces touchscreen ainda seriam muito rudimentares. Talvez até existissem ferramentas similares, mas as telas resistivas (com suporte para apenas um toque na tela) dominariam o mercado. O que seria da sua vida sem o multitouch?

Onde está minha interface gráfica?

Em 1983, a Apple lançou no mercado o computador Lisa, que trouxe algumas revoluções para o mercado das interfaces gráficas. Foi por essa máquina que a informática conheceu os conceitos de Pull-down (menus que se abriam na barra de tarefas) e facilitação do acesso a documentos e softwares por ícones.
"Mãe, olha que legal o jogo novo que eu baixei pra rodar no meu i7"
Não existindo o Lisa, no que  os desenvolvedores de software iriam se basear? Há muitos boatos que dizem que Bill Gates roubou a ideia de criar uma interface gráfica para o Windows enquanto trabalhava para a Apple. Seria exagero dizer que os aplicativos rodariam em telas similares ao DOS, mas ainda estaríamos em etapas muito menos avançadas (talvez o Windows 3.1 ainda imperasse).
Uma certeza: o Windows não estaria tão desenvolvido quanto é. Se você acha que as versões mais recentes do sistema operacional da Microsoft são muito bonitas, precisa saber que elas não existiriam. Repetimos: a informática estaria muito à frente dos controladores DOS, mas atrás do atual progresso.

Discman com Blu-ray

MP3 é a extensão mais utilizada no mundo. Afinal de contas, quem é que não tem músicas no computador? E você consegue se lembrar de quais eram os eletrônicos mais utilizados para ouvir músicas, antes de surgirem os iPods e outros players portáteis de mídia? Acertou quem falou CD players, também conhecidos como Discmans.
No início, eles eram capazes apenas de reproduzir discos normais, com até 80 minutos de músicas. Com o decorrer do tempo, foram aprimorados para reproduzir também músicas em MP3 e, com isso, a capacidade dos discos subiu para até 200 músicas. Antes que os aparelhos pudessem ser alterados para suportar DVDs, surgiu o iPod.

Top 10 mil Funk! As mais tocadas nas baladas brasileiras... Já à venda!
E se ele não tivesse sido inventado por Steve Jobs e pelos engenheiros da Apple? Hoje, o mercado estaria dominado pelos novos Discmans da Sony, com suporte para reprodução de discos Blu-ray (10 mil músicas em apenas um disco). Os modelos mais poderosos poderiam contar com sistema para antichoque (lembra-se dele?) de até 100 segundos.
Acha que esse tipo de eletrônico é pouco portátil? Uma provável solução para isso seria a utilização de miniBDs. Isso mesmo, Blu-rays mais compactos, que oferecem um pouco menos de capacidade, mas permitem que os players sejam colocados nos bolsos sem problemas. Já começou a sentir falta do seu MP3 player?

Notebooks ultrafinos? Jamais

Pergunte para qualquer pessoa que possuía notebooks no início dos anos 90: “Qual era o peso do computador portátil?”. Quem não disser que eles pesavam uma tonelada vai dizer que de portátil eles não tinham nada. É verdade, laptops não eram nada leves e passavam muito longe do conceito de “ultrafinos”.


Notebooks perfeitos para serem carregados onde quer que você vá! Desde que tenha um caminhão!
Onde a Apple entra nessa história? Você se lembra de qual foi o primeiro notebook ultrafino a atingir o sucesso comercialmente? Foi o MacBook Air, portátil lançado em 2010 e pioneiro em um segmento que, hoje, conta com diversos concorrentes. A Apple é também a empresa responsável por deixar as mídias físicas de lado, permitindo ainda menores espessuras para as máquinas.
Vamos mais longe em nossas análises. Sabe aquelas mochilas para notebooks? Hoje elas permitem que os usuários carreguem seus computadores junto a livros, cadernos e outros materiais. Mas sem a redução dos laptops, seria necessário escolher entre os livros e a máquina.
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Atenção: este artigo faz parte do quadro "Erro 404", publicado semanalmente no Baixaki e Tecmundo com o objetivo de trazer um texto divertido aos leitores do site. Algumas das informações publicadas aqui são fictícias, ou seja, não remetem à realidade.

Fonte: Tecmundo

Steve Jobs estava determinado a destruir o Android


Dias antes de a biografia oficial de Steve Jobs chegar às livrarias, a Associated Press teve acesso ao volume que revela os bastidores da disputa entre a Apple e a Google no mercado de smartphones. Destaque para o relacionamento de Jobs com Eric Schmidt, ex-CEO da gigante das buscas que foi membro do conselho da empresa da Maçã entre 2006 e 2009.
Após a HTC ter revelado em 2010 um aparelho com características bastante semelhantes ao iPhone, a empresa de Cupertino processou a rival por plágio. Nesse momento, Jobs enviou uma mensagem agressiva a Schmidt na qual acusava a Google de um “grande roubo”. Segue abaixo um trecho da mensagem produzida pelo ex-CEO:
“Vou gastar até meu último suspiro, se preciso, vou usar cada centavo dos US$ 40 bilhões da Apple no banco para corrigir esse erro. Eu vou destruir o Android, porque é um produto roubado. Estou disposto a encarar uma guerra termonuclear por isso”. Jobs não poupou palavrões ao descrever o editor de textos Google Docs, e afirmou que não estava interessado em acordos para finalizar o processo que movia contra a Google.
“Eu não quero seu dinheiro. Se você me oferecer US$ 5 bilhões, eu não vou aceitar. Eu tenho dinheiro o bastante. Eu quero que você pare de usar nossas ideias no Android, isso é tudo”, disse o cocriador da Apple a Schmidt durante uma reunião.

Oposição inicial a aplicativos

Outro trecho da biografia, revelado pelo Huffington Post, mostra que Steve Jobs inicialmente se opôs à ideia de trabalhar com um ambiente baseado em aplicativos no iOS. Segundo o livro de Walter Isaacson, foi preciso que Art Levison, membro do conselho da Apple, insistisse muito para que o CEO começasse a enxergar o potencial da ideia.
Jobs se mostrava relutante por não acreditar que sua equipe possuía o conhecimento necessário para desenvolver um modelo de desenvolvimento e políticas de segurança aceitáveis. Não é preciso dizer que, eventualmente, tal obstáculo foi superado pela empresa, resultando em um modelo que se tornou padrão no mundo da tecnologia.

Fonte: Tecmundo

Microsoft completa migração do Hotmail para o Outlook.com

Em julho de 2012, a Microsoft lançava o Outlook.com, novo serviço de email gratuito com interface Metro e integração com redes sociais. Ho...