sexta-feira, 8 de março de 2013

Facebook anuncia feed de notícias com novo visual

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Mark Zuckerberg chamou a imprensa para anunciar o novo feed de notícias do Facebook. Em evento realizado nesta quinta-feira (7), na sede da empresa, o CEO destacou os pontos principais do novo layout: feed baseado em múltiplos assuntos e design consistente entre desktops, smartphones e tablets. O objetivo da mudança é fornecer um “jornal personalizado” para cada usuário.

O novo feed de notícias do Facebook exibe fotos em tamanhos maiores, o que privilegia outros tipos de conteúdo além de textos, como imagens compartilhadas através do Pinterest. Vídeos e mapas também ganharam destaque. Além disso, quando vários amigos compartilharem o mesmo post, as fotos de cada um aparecerão numa barra lateral, ao lado do artigo. Na página em português, o Facebook anunciou a mudança assim: “Adeus desorganização! Olá histórias nítidas e atraentes.”
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Você terá acesso a novos feeds, tanto na web quanto nos smartphones e tablets. No feed “Todos os amigos”, somente posts publicados pelos seus amigos serão exibidos, excluído conteúdos conteúdos publicados por páginas ou artistas. Em “Seguidores”, dá para ver as novidades das páginas que você curte e das pessoas que você segue. Por fim, há o feed “Fotos”, que exibe apenas imagens; e o “Música”, com as publicações sobre as músicas que você ouve.

De acordo com o Facebook, o novo feed de notícias será distribuído gradualmente para todos os usuários. Se você quiser entrar na lista de espera, basta se inscrever neste link. A rede social vai liberar versões atualizadas dos aplicativos para iPhone e iPad nas próximas semanas. O aplicativo para Android será atualizado futuramente.

Vídeo: veja as novidades do feed de notícias


Vivo e Claro compartilharão infraestrutura para redes 3G e 4G

Um dos maiores desejos do Ministro das Comunicações Paulo Bernardo está se realizando: o compartilhamento de redes. Nesta semana, TIM e Oi confirmaram que irão usufruir da mesma infraestrutura, e agora Claro e Vivo anunciaram que também irão dividir suas redes.

O contrato firmado entre Claro e Vivo durará um período de três anos. As operadoras dividirão suas atuais redes, de forma que cada uma se propõe a fazer os investimentos necessários para a manutenção e operação das redes. No entanto, não haverá compartilhamento de espectro: o acordo firma que as operadoras dividirão apenas o chamado backhaul, que a grosso modo seria a rede de transporte de dados (seja fibra óptica, satélite ou outro tipo de conexão).

Antena da Vivo em SP

Isso siginifica que, apesar do compartilhamento ser real, cada operadora será responsável pela manutenção de suas próprias antenas e estações rádio-base, de forma que haverão duas redes diferentes que só se encontram no link de escoamento. Cada operadora deverá comprar seus próprios equipamentos de seus respectivos fornecedores, que serão administrados por cada operadora. No final das contas, serão dois serviços completamente diferentes.

Esse fenômeno é deveras importante na corrida contra o tempo para instalar o 4G nas cidades-sede da Copa das Confederações. Essa novidade não beneficiará apenas as redes de quarta geração, tendo em vista que o acordo também contempla a expansão da tecnologia 3G. Além disso, o compartilhamento da infraestrutura será importantíssimo nas cidades que possuem antenas em situação irregular, uma vez que diversas antenas deverão ser desativadas.

Medidas como essa permitem que as coberturas das operadoras cresçam no país com maior facilidade. Que as operadoras criem novos acordos assim, já que quem se beneficia no final das contas é o consumidor.

Fonte: Tecnoblog

quarta-feira, 6 de março de 2013

Governo investirá R$ 100 bilhões em redes de telecomunicação


O governo elabora um plano de estudo para um programa que prevê investimentos de cerca de 100 bilhões de reais em infraestrutura no setor de telecomunicações nos próximos 10 anos, para ampliar a rede de fibra ótica e o acesso à banda larga rápida, informou o Ministério das Comunicações nesta quarta-feira.
O programa contemplará parcerias com o setor privado, financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e as operações da estatal reativada Telebras, entre outras medidas, de acordo com nota no site do ministério.
O anúncio da preparação do estudo --elaborado a pedido da presidente Dilma Rousseff-- foi feito pelo ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, nesta quarta-feira.
Do total de investimentos previstos, 25 bilhões de reais seriam aplicados na construção das redes centrais (backbones) e mais de 80 bilhões seriam destinados para as redes de distribuição(backhaul) e última milha de conexão final de clientes, segundo nota do ministério.

Fonte: Info

terça-feira, 5 de março de 2013

Skype já domina um terço do tráfego telefônico mundial, diz Microsoft

Há apenas dois anos no catálogo de produtos da Microsoft, o Skype foi a estrela da apresentação da companhia na feira de tecnologia CeBIT, que começou hoje (5), em Hannover (norte da Alemanha).
Divulgação
Kevin Turner, chefe de operações da Microsoft
Kevin Turner, chefe de operações da Microsoft
Kevin Turner, COO (chefe de operações) da Microsoft, falou por meia hora sobre as estratégias para 2013. O executivo mirou suas apostas em produtos que rodam nas nuvens (com armazenamento on-line) e em dispositivos móveis (como o tablet Surface).
A declaração foi dada um mês após Bill Gates, presidente do conselho da Microsoft, vir a público dizer que o ritmo de inovação da companhia nos últimos anos foi insatisfatório, e que a empresa havia cometido erros em sua estratégia inicial para os aparelhos móveis.
"Estamos embarcando na ideia de mudar de maneira radical a companhia, já que queremos nos transformar em uma empresa de serviços e dispositivos", afirmou Turner hoje.
Nos últimos meses, outras gigantes da tecnologia têm adotado discurso semelhante, voltado cada vez para serviços --caso da Dell, que usou seu evento anual, em dezembro, para reposicionar a marca.
 
Turner destacou o desempenho do Skype, comprado em 2011 por US$ 8,5 bilhões.
Segundo ele, um terço do tráfego telefônico do planeta passa hoje pelo Skype. Além disso, mais de 280 milhões de usuários usam o serviço por cem minutos ou mais todo mês.
O Skype foi criado em 2004 pelos mesmos desenvolvedores do software de compartilhamento de arquivos Kazaa. À época, o Kazaa, uma espécie de herdeiro do Napster, era visto pelo mercado como fonte de pirataria digital.  
 
Fonte: Folha de S. Paulo

Como será a interface do sucessor do Windows 8?

Toda franquia veterana de cinema eventualmente precisa de um “reboot” para ganhar novo fôlego. Pense em Star Trek e James Bond, por exemplo. Os sistemas operacionais não são diferentes, especialmente os da Microsoft.

Depois de receber duras críticas pelo Windows 8, o que será que a empresa tem na manga para o Windows 9? Nunca é cedo demais para especular sobre o que vem por aí, especialmente considerando os rumores de que a Microsoft prepara para meados deste ano uma atualização do sistema chamada “Windows Blue”.

A empresa terá que conseguir um perfeito equilíbrio em sua próxima versão do Windows: manter a atual base de usuários satisfeita enquanto prossegue com a transição do velho paradigma do desktop para sua nova interface baseada em toque. E pelo estado atual das coisas no Windows 8, ainda há muito o que melhorar.

Como era de se esperar, a Microsoft não respondeu às nossas perguntas como pretende evoluir o Windows no futuro. Portanto fizemos uma sessão de “brainstorming”, com a ajuda de alguns especialistas, para determinar quais os possíveis caminhos futuros.

Morte ao desktop

No Windows 8 a Microsoft rebaixou a tradicional interface desktop. Em vez de ser a atração principal quando o PC é ligado, ela é apenas mais um app entre muitos outros na nova “Tela Iniciar”, um dos componentes do que a empresa chama de “Modern UI” (algo como “Interface Moderna”). O fato de que o Windows 8 é basicamente dois sistemas operacionais em um só deu fôlego à idéia de alguns aparelhos híbridos interessantes como o Surface Pro, mas também atraiu duras críticas daqueles que consideram o contraste entre o desktop e a nova Tela Iniciar confuso demais.
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A "Interface Moderna" (Modern UI, antiga "Metro") no Windows 8
Tom Hobbs, diretor de criação da consultoria de design Teague, diz que manter o desktop no Windows 9 seria um erro. “Acredito que uma das coisas que eles deveriam fazer é se livrar de todo o desktop completamente”, diz Hobbs. Nesse caso apenas o lado “touch” do Windows, e os apps especialmente desenvolvidos para ele, sobreviveria.

Mas será que os usuários - especialmente aqueles em ambientes corporativos - não iriam se revoltar? Talvez, mas o compromisso com a nova interface deixaria claro o caminho a seguir, tanto para os usuários quanto para os desenvolvedores, diz Hobbs. Não é muito diferente do que a Apple fez na transição entre o Mac OS 9 e o OSX, um sistema operacional que era incompatível com o software “legado” se não por uma camada de emulação integrada.
“Certamente haverá alguma resistência a isso”, disse Hobbs. “A adoção será lenta, mas ao mesmo tempo significa que as pessoas saberão para onde estão indo”.

A chave para a Microsoft, acredita Hobbs, é capitalizar em seus pontos fortes. Isso significa abandonar a luta para transformar o Windows em um "eletrônico de consumo" - deixando este segmento para a equipe do Xbox e aparelhos como o suposto “Xbox Surface”  - e em vez disso posicioná-lo como o melhor sistema “touchscreen” para empresas. Nesse cenário uma versão do Office para o Windows 9 otimizada para a nova interface seria essencial, claro, mas Hobbs também imagina a Microsoft reinventando o hardware dos PCs desktop com foco na sensibilidade ao toque.

Hobbs nos deu algumas sugestões sobre como este desktop “reimaginado” seria, e aqui está uma delas: imagine um PC All-In-One com a marca Surface, mas que possa ser manipulado à distância usando um sistema como o do Kinect, o sensor de movimentos do Xbox 360. Não é algo tão improvável assim.

Já vimos algumas amostras de tecnologias similares. Uma empresa chamada Leap Motion está lançando por US$ 70 um sensor de movimentos menor que um maço de cigarros que pode ser acoplado a qualquer PC com o Windows 8. A tecnologia é capaz de rastrear os movimentos de ambas as mãos (e todos os dez dedos) 290 vezes por segundo e detectar movimentos de apenas 0.01 mm (veja o vídeo acima). A ASUS diz que irá incluir a tecnologia de detecção de gestos da Leap em vários de seus notebooks mais sofisticados ainda em 2013.

Há outras formas de ir além do teclado e mouse, mas o sucesso depende de quão boa for a integração entre o hardware e o software. E esta integração é o tipo de coisa que segundo Steve Ballmer, CEO da Microsoft, a empresa quer fazer.

Mantenha o desktop para os fãs

Sejamos honestos: matar o desktop no Windows 9 seria uma medida extrema, e altamente improvável. Mas a Microsoft certamente poderia providenciar uma transição mais tranquila. O dekstop continuaria existindo, mas de uma forma que não parecesse tão destoante em relação à Interface Moderna.

Raluca Budiu, pesquisadora-chefe no Nielsen Norman Group, uma empresa especializada em pesquisa, auditoria, treinamento e consultoria em experiência do usuário, tem uma idéia de como isso poderia funcionar: em vez de oferecer um ambiente desktop completo, a Microsoft poderia oferecer algum tipo de modo de compatibilidade para os aplicativos desktop dentro da nova interface. Você ainda seria capaz de, por exemplo, rodar uma versão completa do Photoshop dentro de uma área autocontida, com seu próprio sistema de janelas. Enquanto isso outro programa desktop, por exemplo o iTunes, estaria confinado a sua própria área.
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O desktop no Windows XP ainda é um favorito entre os usuários
Você perderia a capacidade de rodar aplicativos legados lado-a-lado numa só tela, mas nada da “bagagem” do ambiente antigo seria necessária. Você não teria um Painel de Controle separado, múltiplas versões do Internet Explorer, um gerenciador de arquivos separado ou barra de tarefas, todos recursos presentes no Windows 8 hoje.

“Deixe os apps “de PC” rodarem automaticamente nesse modo desktop... mas não forcem as pessoas a interagir com duas interfaces diferentes”, disse Budiu em uma conversa via e-mail. Em sua descrição, a Interface Moderna tomaria conta do sistema.

A sugestão de Budiu faz sentido em tablets com o Windows 9, onde o principal objetivo é o consumo de conteúdo. Mas em um PC tradicional, um ambiente desktop completo ainda faz sentido, especialmente para os usuários mais avançados que precisam lidar com várias janelas. E em um dispositivo híbrido como o Surface Pro, os usuários podem querer as duas interfaces lado-a-lado.

Então Budiu propõe uma abordagem alternativa, que é basicamente o que os veteranos do PC vem pedindo há muito tempo: separar as duas interfaces. Não joguem os usuários na Interface Moderna quando eles estão trabalhando no Desktop. Tragam de volta um Menu Iniciar projetado estritamente para lidar com as funções e atalhos do desktop. E impeçam que elementos da interface Moderna, como a lista de apps recentes e a barra de atalhos apareçam nos lados da tela, onde atrapalham o gerenciamento de janelas.

“Creio que se realmente quiséssemos oferecer ao usuário a flexibilidade tanto de um PC quanto de um tablet em um único aparelho, uma melhor separação dos dois modos ajudaria”, escreveu Budiu.
Mas qual é o melhor método? Deveria o Windows 9 fazer mais esforço para separar o desktop da interface Moderna, ou deveria colocar menos ênfase no desktop até que ele não seja mais necessário?
Que tal fazer uma coisa, e depois a outra? Desacoplar as duas interfaces poderia ser um ajuste simples, e uma ótima solução a curto-prazo se a Microsoft planeja lançar o “Windows Blue” neste ano. Mais tarde, quando a Microsoft tiver à disposição todo o software e hardware necessários para suportar um paradigma completamente baseado no toque, poderá fazer um rompimento total com o velho conceito.

Refinando a interface

Mesmo que a Microsoft decida mergulhar fundo na Interface Moderna no Windows 9, ainda tem bastante trabalho a fazer. Como apontado pelo Nielsen Norman Group em um recente estudo de usabilidade, o Windows 8 depende muito de comandos ocultos como a barra de menus que é acessada com um clique no botão direito do mouse, ou deslizando o dedo da borda inferior para o centro da tela. Como os usuários não sabem o que está nesses menus até que eles sejam abertos - a assumindo que eles saibam como chegar até eles - o design desperdiça tempo e causa confusão.

Budiu sugere que o Windows 9 poderia dar “pistas” visuais sobre que opções estão ocultas em uma barra de menu. Os aplicativos Modernos já tem bastante espaço vazio na parte de baixo da tela, então há espaço para ao menos dar uma dica sobre o conteúdo da barra de menu, seja usando ícones parciais ou texto.

Outra abordagem seria fazer o Windows mostrar todos os controles relevantes quando o aplicativo é aberto, e só após alguns segundos ocultá-los. Um comportamento que muitos aplicativos para o iOS já adotam. “Isto indica ao usuário que há algo escondido, e também dá a ele uma idéia do que pode ser”, disse Budiu.
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Os "Charms" nem sempre são fáceis de usar
A Microsoft também pode repensar a barra de atalhos na lateral direita da tela, chamada “Charms”. Atualmente é difícil demais acessar as configurações de um aplicativo: é necessário abrir a barra Charms, clicar em Configurações e aí procurar o menu adequado na barra, e você nunca sabe o que encontrará lá até começar a procurar. Mover os ajustes específicos a cada aplicativo para a barra de menu ajudaria a colocar os usuários no caminho certo, especialmente se esta mudança for acompanhada das “pistas” visuais sugeridas por Budiu.

Coloque os apps em destaque

Há um problema com essa idéia de matar o desktop no Windows 9 e apostar todas as fichas na Interface Moderna: os desenvolvedores de aplicativos não estão muito entusiasmados com o Windows 8, e não há garantia de a morte do desktop irá fazer com que mudem de idéia.
Segundo Michael Cherry, analista sênio da Directions on Microsoft, a empresa não tem feito o bastante para que isso aconteça. O principal problema é que a Microsoft não tem dado o exemplo com excelentes apps Modernos de sua própria autoria. Cherry nota que o Office tem servido como “modelo de comportamento” para os desenvolvedores de aplicativos para o Desktop, ilustrando a utilidade de conceitos como a barra de ícones e a interface Ribbon.

Não existe uma fonte de inspiração similar entre as apps Modernas da Microsoft, algumas das quais não tem recursos básicos quando comparadas às suas equivalentes no destkop. O app de e-mail, por exemplo, não suporta contas em servidores POP, algo extremamente popular. O app Reader é incapaz de editar documentos no formato PDF, e o Calendar não suporta convites para eventos ou o gerenciamento de tarefas. Mesmo o tão falado Skype para o Windows 8 não tem alguns dos recursos da versão Desktop, como o compartilhamento de telas, transferência de arquivos e videochamadas em grupo. E a Microsoft ainda não desenvolveu uma versão moderna do Office, e em vez disso escolheu enfiar alguns recursos para melhor compatibilidade com telas sensíveis ao toque no Office 2013.
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Uma versão do Office otimizada para a nova interface? Ela ainda não existe.
“Com isso só me resta concluir que desenvolver apps para o Windows 8 é difícil”, disse Cherry “e o motivo para que eu chegue a essa conclusão é: você consegue apontar um app da Microsoft que seja bom, ou completo em termos de recursos? Se eles não conseguem, que chances um desenvolvedor independente tem de conseguir”?

O Windows 9 terá que combinar os ecossistemas do Windows Phone e Windows. Isto significaria menos trabalho para os desenvolvedores (embora o trabalho de adaptar um app de uma plataforma para a outra seja bastante fácil, diz a Microsoft) e daria aos consumidores um sinal de que a Microsoft está oferecendo um ecossistema maior no qual vale a pena investir.

Se eu soubesse que seria possível jogar um jogo de Windows Phone em um PC com Windows ou mesmo um Xbox 360 sem pagar nada a mais por isso, minhas chances de comprar o game seriam muito maiores. Apple e Google combinaram desde o início suas plataformas para smartphones e tablets. Embora a Microsoft tenha feito muito para unificar o software para smartphones e para PCs com recursos como a integração com o SkyDrive e o Xbox Music, estes esforços só tocam a superfície do que é possível.

A dura verdade para os veteranos

Muita de nossa discussão sobre o Windows 9 aceita a dupla premissa da marginalização do desktop e promoção da Interface Moderna. Estamos apenas sendo realistas: a Microsoft claramente vê futuro em sua nova interface, onde tem mais controle sobre os apps e serviços que as pessoas usam. Embora usuários de PC de longa data possam sonhar com um futuro onde os desktops tem sua própria versão do Windows, intocada pela Interface Moderna, na vida real as chances disso acontecer são mínimas.
No Windows 9 a Microsoft precisa deixar o legado do desktop para trás de uma vez por todas, enquanto ao mesmo tempo convence as massas a ver a necessidade deste passo pelos olhos da empresa. Para conseguir isso, o Windows 9 deve fazer com que a nova interface beneficie o maior número de usuários possível.

Não importam os detalhes, este é o futuro do Windows. E, fazendo mais um paralelo com o cinema, esperamos que a próxima versão seja mais parecida com o incrível: “O Cavaleiro das Trevas” do que com porcarias como “Batman & Robin”.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Operadora japonesa DoCoMo chega ao Brasil



Reprodução
NTT DoCoMo
 

A operadora japonesa NTT DoCoMo anunciou que inaugurará uma subsidiária no Brasil. Com investimento de R$ 5,1 milhões, ela terá uma sede em São Paulo, sua primeira na América Latina.

O foco da empresa será no mercado corporativo. As operações serão conduzidas pelo executivo Hiroaki Obuchi.

A operadora ainda ficará de olhos nos mercados latino-americanos em busca de oportunidades de expansão de seus negócios no continente.

A DoCoMo oferece serviços integrados centrados em mobilidade. No Japão ela conta com mais de 60 milhões de clientes e oferece rede 3G e LTE. Suas ações estão listadas nas bolsas de Tóquio, Londres e Nova York.

Fonte: Olhar Digital

Facebook promete corrigir bug que vaza números de telefone dos usuários

O Facebook está lançando um patch para corrigir um bug raro em sua API (Interface de Programação de Aplicativos) que aparentemente estava vazando números de telefone de usuários para desenvolvedores de aplicativos.

A falha, que foi relatada pela primeira vez em junho de 2012, estava afetando o campo de e-mail em alguns aplicativos móveis acessando a API do Facebook. Durante o processo de registro, os usuários dariam aos desenvolvedores permissão para acessar seu endereço de e-mail da rede social. Mas, em vez de retornar um endereço eletrônico, o campo de e-mail do aplicativo foi dando aos desenvolvedores os números de telefones dos usuário.

O bug havia ocorrido apenas uma vez em cada mil casos, disse o Facebook. Mas com alguns desenvolvedores maiores de aplicativos tendo milhares e milhares de usuários, a taxa de incidência é significativa. Um desenvolvedor de aplicativo afetado pela falha, entretanto, relatou uma taxa maior de incidência.

Nathan Cobb, investigador de pesquisa na American Legacy Foundation, uma organização sem fins lucrativos contra o fumo, disse que o app de seu grupo de cessação do tabagismo, Ubiquitous, foi dando-lhes números de telefone de cerca de um em cada 200 usuários. O aplicativo Ubiquitous  é parte de um estudo financiado pelo National Institutes of Health em intervenções de saúde por meio do Facebook, e o erro "tornou impossível para nós acompanhar os usuários como parte do estudo", disse ele.

Não está claro se algum sistema operacional móvel foi mais afetado pelo bug do que outro. "Esperamos que a questão seja resolvida em breve", disse em um e-mail a porta-voz Erin First, na quarta-feira (27), com um aviso na página de desenvolvedores do Facebook dizendo que uma correção seria lançada.

Fonte: IDG NOW!

Microsoft completa migração do Hotmail para o Outlook.com

Em julho de 2012, a Microsoft lançava o Outlook.com, novo serviço de email gratuito com interface Metro e integração com redes sociais. Ho...