sexta-feira, 6 de abril de 2012

Para enfrentar Google Maps, Microsoft investe em projeto open source

Gigante tem contribuído decisivamente com o OpenStreetMap e, inclusive, contratou seu fundador para ajudá-la a melhorar o serviço de mapas do Bing.

Uma das áreas em que a Google está muito à frente da Microsoft é na de mapeamento – o Google Maps é o serviço dominante da Internet. A gigante dos softwares, porém, está investindo no setor ao mesmo tempo que esconde o jogo. Como? Ajudando no desenvolvimento do projeto de código aberto OpenStreetMap.
O serviço funciona à semelhança da Wikipedia. A fundação responsável por sua construção depende dos voluntários para levá-lo adiante – já são mais de 500 mil envolvidos. Os dados são liberados gratuitamente tanto para os usuários quanto para empresas.
Segundo reportagem recente do periódico New York Times, pequenos sinais de sucesso estão aparecendo. Uma série de companhias tem desistido do Google Maps por causa das altas taxas cobradas, substituindo-o pelo serviço open source. A rede social Foursquare, por exemplo, é uma das que migraram, além do iPhoto, o software de gerenciamento de fotos da Apple.
Leia mais: Google e Microsoft procuram algo para mudar o jogo das buscas
Nos bastidores, é a Microsoft que age. O fundador do projeto, Steve Coast, apesar de não tê-lo abandonado, foi contratado pela companhia como principal arquiteto do Bing para dispositivos móveis. Em novembro de 2010, quando anunciou a novidade, ela disse que Coast “melhoria a experiência com mapas para clientes e parceiros, e lideraria os esforços para unir o OpenStreetMap a outras iniciativas de código aberto.”
O executivo estaria trabalhando para tornar mais simples a tarefa de obter e usar informações do OpenStreetMap. De acordo com a mesma matéria do New York Times, a Microsoft já teria doado “valiosos dados” para o serviço, que também é adotado pelo Bing.
Qualquer participação que o projeto tomar do Google Maps será bom para a Microsoft, considerando sua ligação com ele. Por enquanto, a companhia de Mountain View se mantém líder incontestável: em fevereiro, 71% dos 92 milhões de norte-americanos que visualizaram mapas utilizaram seu produto, afirma o instituto comScore.

Fonte:  IDG Now!

Pressionada pelo Bing, Google é líder e paranóica

Apesar de dominar mercado de busca, empresa não para de modificar seu serviço. Para analista da Gartner, ela está certa em temer rivais.

A Google ainda impera no mercado de buscas, mas isso não a impede de olhar para o retrovisor. O último estudo do instituto Pew afirma que 83% dos internautas americanos utilizam seu serviço na hora de pesquisar e, ainda assim, a empresa não se cansa de modificá-lo.
A próxima alteração, prevista para daqui a alguns meses, visa aprimorar as habilidades semânticas do buscador, prevendo assim respostas diretas a certas perguntas em vez de links que possivelmente as contenham.
Segundo o analista da Gartner, Whit Andrews, a gigante tem motivos para ficar paranóica, embora seu buscador seja tão célebre que até já virou verbo nos Estados Unidos. Na entrevista a seguir, ele responde quais são seus principais desafios para manter-se topo e o que seus rivais precisam para ameaçá-lo.
O Google é de longe o maior buscador do mundo, e sua participação no mercado nunca esteve tão alta. A empresa deve temer os rivais, mesmo estando tão firme na liderança?
A Google sempre se sentirá pressionada e o Bing, da Microsoft, parece tê-la acordado. Ela está certa em se preocupar, mesmo porque é muito fácil para o usuário mudar de serviço. Não há custo operacional envolvido.
Ao mesmo tempo, a Google tem algumas vantagens que não podem ser desconsideradas. Por exemplo, bilhões de pessoas utilizam sua busca, o que é muito útil para determinar os melhores resultados. Ela tem de aproveitar esse fator para continuar crescendo e deve se manter paranóica.
Como a preocupação da Google influenciará o mercado? E como os competidores estão se diferenciando dela?
Há muitas formas de diferenciar seu serviço, mas todas passam por oferecer melhores resultados para cada indivíduo. No momento a Microsoft está trabalhando pesado para mostrar que há problemas na forma como a Google administra seu negócio e que seu motor de busca não é tão quanto a maioria pensa.
Também é possível modificar a interface para convencer o usuário que por ela é mais fácil encontrar o que procuram. Utilizar diferentes informações é outra maneira útil, como o Bing faz com o Facebook – apenas nos Estados Unidos – e que, agora, o Google faz com o Google+.
Adicionar respostas diretas entra em que estratégia?
As respostas não chegam a ser uma novidade. A primeira vez que as vi foi em 1997, no Excite. Por trás delas está uma ideia simples de mostrar ao consumidor o que ele realmente quer. Ao pesquisar por “Red Sox score” você quer ver o placar do jogo de time americano e não um monte de sites sobre ele.
Esse tipo de informação, porém, é tão interessante quanto desafiadora. E os administradores de sites podem ficar frustrados já que, apesar da busca utilizar seus dados, o usuário não terá que acessá-lo, reduzindo sua audiência.
Que outras mudanças você vê a Google implantando?
Creio que a ênfase no Google+ continuará. Há o risco de um retrocesso caso a insistência persista por mais tempo que deveria, mas agregar a rede social e o buscador será importante para que a empresa cresça.
O que o Google+ precisa é de um FarmVille, algo que aumente o engajamento das pessoas. O hangout é bom, mas não é o bastante. Quando a rede social ganhar o efeito magnético necessário, criará identidade própria. Lembre-se que havia várias plataformas parecidas com o Facebook antes de ele surgir.
Há alguma coisa que a líder não oferece que uma nova companhia poderia oferecer?
Por enquanto eu não vejo. Não consigo pensar em algo que uma empresa emergente possa fazer para atrair um monte de internautas. No entanto, tenha em mente que não sentia falta do Google porque achava o AltaVista suficiente. No momento a Google tem os blocos para continuar a construir sua liderança: o Maps, o Google+, o YouTube e o Android.

Fonte: IDG Now!

domingo, 25 de março de 2012

Fundador do Megaupload pode ter seus bens devolvidos

Nesta semana, Judith Potter, juíza da Nova Zelândia, declarou que o confisco de todos os bens de Kim Dotcom, fundador do Megaupload, foi "prematuro" e "incorreto". Com isso, a decisão foi anulada, dando ao magnata a chance de reaver seus vários automóveis e artigos luxuosos.
De acordo com as autoridades locais, no dia em que o Megaupload foi suspenso, um policial preencheu os documentos de forma errada e, ao que parece, o pedido de apreensão dos bens foi feito após a realização do bloqueio, o que é ilegal.
Com suas contas congeladas, enquanto esteve preso, Dotcom foi obrigado a pedir dinheiro emprestado para conseguir manter sua principal mansão e seus funcionários. Ele é acusado de lavagem de dinheiro e violação de copyrights.
Dotcom deixou a cadeia há menos de um mês. Atualmente, ele aguarda o julgamento - que deve resultar em sua extradição para os Estados Unidos.
  Em breve, Dotcom poderá ter seus bens de volta
 
Fonte: SuperDownloads

Facebook compra patentes da IBM

O Facebook, rede social mais popular do mundo, anunciou recentemente a compra de 750 patentes da IBM. As patentes abrangem diversas tecnologias, desde ferramentas de busca até semicondutores!

O valor pago pelas patentes da IBM não foi divulgado.

Processo
Recentemente o Facebook foi processado pelo Yahoo! sob acusação de violação de 10 patentes, incluindo algumas relacionadas à publicidade na Web.


Fonte: Baboo

Windows 8 supera o Windows 7 em testes de desempenho

O site PCworld.com realizou alguns testes de desempenho com o Windows 7 e com o Windows 8 Consumer Preview.

O Windows 8 saiu vitorioso em quase todos os testes. A derrota nos testes relacionados à criação de conteúdo pode ser atribuída principalmente à falta de drivers otimizados para ele.
WorldBench 7- Windows 7: 100 pontos
- Windows 8: 114 pontos
Inicialização
- Windows 7: 56,2 segundos
- Windows 8: 36,8 segundos

Desempenho na web- Windows 7: 18,9 fps
- Windows 8: 28,6 fps

Criação de conteúdo- Windows 7:
    Edição de Imagem - 167,1 segundos
    Codificação de Vídeo - 141 segundos
    Codificação de Áudio - 114,1 segundos
- Windows 8:
    Edição de Imagem - 170,3 segundos
    Codificação de Vídeo - 154,7 segundos
    Codificação de Áudio - 115,9 segundos

Produtividade (PCMark 7)- Windows 7: 2280 pontos
- Windows 8: 2099 pontos
O fato do Windows 8 ser apenas uma versão preview e ainda assim ter um desempenho superior ao do Windows 7 mostra que o novo sistema operacional da Microsoft pode melhorar ainda mais.

Fonte: Baboo

Google é processado por causa de sua nova política de privacidade

A nova política de privacidade do Google vem causando problemas para a empresa. Só nesta semana, ela foi alvo de dois novos processos.

Os novos processos abertos em Nova York e na Califórnia alegam que a nova política de privacidade do Google contraria a anterior, que garantia a privacidade das informações e que as mesmas não seriam utilizadas sem o consentimento dos usuários.

Com sua nova política de privacidade, os processos alegam que a empresa está infringindo duas leis norte-americanas, uma referente à interceptação de informações pessoais dos usuários para benefício próprio e outra referente ao acesso à comunicação entre os internautas sem sua autorização.

Fonte: Baboo

terça-feira, 6 de março de 2012

Mark Zuckerberg está fora da lista das pessoas mais ricas do mundo


(Fonte da imagem: Bloomberg )
Apesar da popularidade de Mark Zuckerberg no mundo da tecnologia, o bilionário dono do Facebook está longe de figurar entre os homens mais ricos da Terra. Uma lista divulgada pela Bloomberg  mostra que o responsável pela rede social mais popular do mundo ainda não conquistou uma vaga entre as 20 pessoas mais endinheiradas do planeta.
O primeiro lugar da seleção foi conquistado pelo mexicano Carlos Slim, que detém o controle da gigante das telecomunicações America Movil SAB. Sua riqueza pessoal é estimada em US$ 68,5 bilhões, o que o deixa logo a frente de Bill Gates e seus 62,4 bilhões de dólares acumulados até o momento.
Uma das últimas colocações da lista é ocupada por Liliane Bettencourt, de 89 anos, cuja família possui 31% das ações da L’Oreal. Das 20 pessoas listadas pela Bloomberg, oito nasceram nos Estados Unidos, prova de que o país é um ambiente favorável para o surgimento de bilionários.
(Fonte da imagem: TG Daily )
Apesar de Zuckerberg não ter figurado entre os escolhidos, seu valor pessoal não pode ser subestimado. Até o momento, análises indicam que o fundador do Facebook vale nada menos que US$ 20 bilhões, e parece que é mera questão de tempo para que ele aumente ainda mais essa fortuna.
Fonte: Tecmundo

Microsoft completa migração do Hotmail para o Outlook.com

Em julho de 2012, a Microsoft lançava o Outlook.com, novo serviço de email gratuito com interface Metro e integração com redes sociais. Ho...