quinta-feira, 10 de maio de 2012

Microsoft remodela Bing, com elementos do Facebook e outras redes

A Microsoft revelou nesta quinta-feira o novo design de sua ferramenta de busca na Internet Bing, introduzindo elementos do Facebook e de outras redes sociais, enquanto tenta disputar fortemente participação de mercado com o líder Google.

A Microsoft já acumulou perdas de mais de 6 bilhões de dólares em sua unidade online desde o lançamento do Bing, há três anos, mas ainda tenta deixar sua marca sobre o domínio do Google no lucrativo mercado de links patrocinados.

Em seu mais recente esforço para aumentar o uso do Bing, a Microsoft está introduzindo um novo design de tela de três colunas.

Além de resultados mais populares para o termos pesquisado, exibidos em azul à esquerda da tela, o Bing está lançando uma coluna de textos instantâneos, que exibe informações extras e links com maiores probabilidade de serem úteis, como mapas e comentários.

À direita, possui uma coluna de amigos usuários do Facebook, dando-lhes a opção de pedir conselhos sobre a pesquisa. Os usuários também podem acessar seus contatos no LinkedIn, Twitter e em outras redes na tela do Bing.

Antes de lançar o Bing em junho de 2009, a ferramenta de busca do Windows da Microsoft tinha 8 por cento de participação no mercado de Internet dos Estados Unidos, contra 20 por cento do Yahoo e 65 por cento do Google.

Quase três anos depois, o Bing tem quase o dobro, com 15 por cento, mas o crescimento se deu basicamente às custas do encolhimento do Yahoo, que viu sua fatia cair a 14 por cento. O Google tem cerca de 66 por cento.

A Microsoft selou acordo com o Yahoo em 2010 pelo qual o buscador do Yahoo utiliza, na verdade, a plataforma tecnológica do Bing, com a Microsoft remunerando o Yahoo com um percentual da receita com o buscador.

Fonte: Reuters Brasil

Microsoft melhora Visual Studio 11

A Microsoft faz o seu melhor para convencer a comunidade de desenvolvedores de que seu recente trabalho com o Visual Studio 11 irá resultar em uma ferramenta que oferece mais espaço de codificação para criação de conteúdo mais criativo. Para tanto, a empresa lançou um comunicado detalhando o número de mudanças planejadas para o lançamento da ferramenta desde que foi lançada como versão beta.

Segundo a empresa, o feedback recebido dos desenvolvedores a respeito da versão beta, se centram em pedidos sobre “contraste e energia visual”, bem como de aplicativos de estilo Metro mais balanceados. Há também um desejo de melhor clareza nos ícones e diferenciação no uso das cores, já que o beta foi criticado por sua “aparência cinza” e falta de legibilidade.

Uma Barra de Status colorida adiciona o que a empresa espera que seja de valor extra funcional e visual, comunicando várias mudanças no estado IDE, como quando ele está no modo de depuração.

Também houve feedback com relação aos elementos do Metro style, que resultou na queda do All Caps para a ferramenta de janela de títulos; uma mudança de estilo que muitos gostarão e outros nem notarão. Essas modificações são descritas como “mudanças leves que são ênfase à estrutura” para as áreas da tela, como a barra de ferramentas da janela de título, guias auto-ocultos, grupos de guia e separações que não exigem títulos maiúsculos.

Segundo a empresa, “outra área na qual foi pedida mudança, foi no controle de interface de usuário/ chrome, para que melhorássemos a sensação geral do Metro Style dentro dos temas, ao desenhar dentro da própria janela Chrome, e com isso tornando mais eficiente o uso do espaço e aumentando a sensação geral de uso do Metro. Ao personalizar o Chrome e com as mudanças na redução do número de barra de ferramentas padrão e ícones de barra de ferramenta ganha-se três linhas extras de códigos visíveis no editor quando comparado ao Visual Studio 10”.

Se a empresa ganhar desenvolvedores com essas mudanças, então talvez o Metro ganhe apoio. A maioria das atualizações é focada na aparência e usabilidade, em vez de forma e função. Não que isso seja ruim nesse estágio de formação.

Fonte: itweb

Explorando as novas funcionalidades no Bing Webmaster Tools

O Bing anunciou recentemente algumas funcionalidades muito interessantes dentro do seu Webmaster Tools. Então, neste artigo, nós vamos tratar o assunto mais a fundo para ver exatamente o que elas são capazes de fazer.

O markup validator (validador de marcação) (Beta)

Encontrada dentro da guia 'Crawl', do BWMT, a ferramenta de marcação Beta funciona de forma semelhante à ferramenta Rich Snippets, do Google; extraindo os seguintes elementos de uma URL: específica:

  • Microdados;
  • Microformatos;
  • RDFa;
  • Schema.org;
  • pen graph.                                                         

A inclusão do open graph foi uma boa ideia, e eu acredito que veio a calhar. Ao enviar uma URL, somos apresentados a um extrato puro de qualquer marcação em destaque. Vamos usar imdb.org como exemplo:

No entanto, ao invés de extrair os elementos de uma página, parece que há pouca validação real ocorrendo. Não há referências à falta de elementos, por exemplo, ou se a marcação poderia gerar um rich snippet.

Vamos dar uma olhada em uma URL com a marcação incompleta. No exemplo a seguir está faltando um campo "fn" para o elemento hproduct de uma página, levando a um alerta na ferramenta de testes do Google:

No entanto, colar essa mesma URL no Bing markup validator apenas produz o seguinte:

A URL que de fato está sendo testada aqui contém hReview-agregada e um amplo uso de hReview, mas não há referências dentro do Validator Bing, de modo que os resultados também são incompletos.

Eu realmente quero gostar dessa ferramenta, mas ainda preciso de algo mais - como esta ainda é uma versão Beta, estou cruzando os dedos para uma atualização (ou talvez uma renomeação).

Bing Keyword Research Tool

Então, o Bing finalmente lançou sua própria ferramenta de palavra-chave:

Visão geral dos recursos:

  • Busca ampla/ exata (selecione 'strict' para a exata) combina volumes de busca de palavras-chave;
  • Histórico de dados de seis meses (você pode selecionar qualquer faixa de data dentro desse período);
  • Exporta dados para um máximo de 100 palavras-chave de cada vez;
  • Filtra por país e idioma;
  • Recurso de histórico para controlar as consultas de pesquisas anteriores.

É uma interface muito limpa e simples de usar, mas é uma pena que, por conta dos dados ainda não estarem disponíveis por meio de uma API, será um pouco trabalhoso se você estiver fazendo uma campanha de investigação substancial com palavra-chave, mas, no entanto, agora temos alguns dados para jogar diretamente no Bing.

Com os dados disponíveis do Bing eu daria uma olhada em:

  1. Consolidar dados em uma única planilha;
  2. Obter rankings atuais para cada palavra-chave tanto no Bing, quanto no Google;
  3. Use a API do Google Adwords para extrair o volume de pesquisa mensal para cada palavra-chave;
  4. Usando o Google Analytics, case palavras-chave e tráfegos associados;
  5. Divida as palavras-chave em categorias significativas;
  6. Use tabelas/ gráficos dinâmicos para compilar esses dados com a finalidade de identificar as principais oportunidades em ambos os motores de busca:
  • Ao longo de um display, volumes de buscas separados, tanto para o Google, quanto para o Bing - e ainda o tráfego de análise;
  • Nos outros eixos mostra a atual posição no ranking tanto no Google, quanto no Bing;
  • Filtre essa tabela classificando entre as posições 5 e 20.

Para fins de ilustração, aqui está uma rápida simulação de como isso pode ser desenvolvido:

Os números na parte inferior refletem palavras-chave específicas, mas para fins de demonstração estas têm sido rotulados como números.

Embora as palavras-chave do Bing ainda não estejam disponíveis dentro de uma API, o Bing lançou uma API para o resto dos dados dentro Webmaster Tools.

Espero que tenham gostado! Até a próxima!

Fonte: iMasters

Samsung lança smartphone Windows Phone

Focus 2 vem com Windows Phone e suporte a redes 4G

Focus 2 vem com Windows Phone e suporte a redes 4G

A Samsung lançou, nesta semana, o smartphone Focus 2, que utiliza como sistema operacional o Windows Phone, da Microsoft.

O Samsung Focus 2 será o primeiro modelo LTE da empresa que funciona apenas em redes 4G.

Trata-se de um smartphone de tamanho médio que chega com uma tela Super Amoledde 4 polegadas e resolução de 480×800 pixels. A câmera da parte traseira tem 5 megapixels  e grava vídeos em 720p. A frontal é destinada a vídeo chamadas. Além disso, o dispositivo possui 8GB de memória interna. A empresa não deu detalhes sobre o processador.

Por agora tudo o que se revelou em relação ao lançamento é que estará disponível via AT&T, nos Estados Unidos, a partir de 20 de maio.

Fonte: itweb

Facebook anuncia loja própria de aplicativos na web

A loja de aplicativos deverá ser lançada dentro de algumas semanas. Foto: Divulgação

A loja de aplicativos deverá ser lançada dentro de algumas semanas
Foto: Divulgação

O Facebook anunciou nesta quarta-feira a sua própria loja de aplicativos. A Facebook App Center permitirá aos usuários acessarem aplicativos independente da sua plataforma de utilização - Web, iOS ou Android. A única condição é que o programa tenha algum vínculo com a rede social.

Na loja, os usuários serão capazes de navegar na seleção de aplicativos por categoria e classificação, e assim como a App Store, da Apple, a App Center irá recomendar determinadas aplicações e destacar os aplicativos mais populares.

A inovação da loja do Facebook será o seu componente social. Ao invés de ter apenas uma lista com os principais aplicativos recomendados ou visto por todos os usuários, o Facebook irá recomendar apps para cada usuário com base no que seus amigos utilizam.

Os desenvolvedores também serão capazes de cobrar por aplicativos. O site já postou, em seu blog, diretrizes para a criação de apps. A página contém tutoriais e informações para formatação dos softwares.

A loja de aplicativos deve ser lançada dentro de algumas semanas.

Fonte: Portal Terra

Bing irá exibir resultados que estão em alta no Twitter e no Facebook

O buscador Bing, da Microsoft, começou a exibir em sua página de resultados de busca ou SERP (do inglês search engine result page) um ícone identificado os assuntos mais comentados no Twitter e no Facebook.

Se o assunto pesquisado pelo usuário estiver entre os mais tuitados ou compartilhados no Facebook naquele instante, uma seta de cor cinza é exibida ao lado do snippet, nome dado aos resultados isolados nas listas de resultados.

Como o Bing permanece em fase Beta no Brasil, tal elemento ainda não é exibido quando o buscador é acessado a partir de um IP brasileiro. Para ver o recurso em ação, é necessário, no canto superior direito do Bing, selecionar o país United States – English, se estiver usando a exibição de idiomas em inglês.

Com isso, no lugar de Brasil, o local será redefinido para Estados Unidos e o idioma da interface também. Caso o usuário esteja logado em sua conta no Facebook verá  também a imagem de seu avatar na rede social.

Um exemplo de como o recurso funciona. Uma pesquisa por "9/11 Trial" (julgamento dos dos acusados de terem organizado os ataques às torres gêmeas em 2001, em curso esta semana). O assunto é de fato um dos mais buscados e apresenta a marcação do ícone Trending on Twitter and Facebook (assunto relevante no Twitter e no Facebook).

Twitter no Bing

Bing e redes sociais

A integração das redes sociais com o Bing começou muito antes de Facebook ser a potência que é e o Twitter sequer existir.

A Microsoft foi uma das empresas a investir no potencial das ideias de Zuckerberg, investindo 20 milhões de dólares na rede logo em seu começo.

Em 2010, o Bing, ainda Beta no mundo inteiro, passava a completar a página de resultados de busca com shares e likes do Facebook (sim, é necessário estar logado na rede para ver isso). Esse recurso está disponível na web brasileira.

Em setembro de 2011, Twitter e Microsoft anunciaram um acordo para que os resultados da rede de microblogues fossem exibidos no buscador.

Fonte: IDGNOW!

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Como o Windows 8 permite usar discos rígidos com capacidades imensas

Uma das principais novidades do Windows 8 não está relacionada a sua interface renovada ou a algum aplicativo exclusivo. Algo que não vai ser notado por todos que usarem o sistema operacional é a sua capacidade de trabalhar com discos rígidos com capacidades imensas sem que isso represente um problema em seu desempenho.

Para tornar isso possível, a Microsoft incorporou o suporte a tecnologias recentes que ainda não foram totalmente absorvidas pelo mercado. Além disso, foi preciso investir na compatibilidade com métodos que aumentam a quantidade de informações que podem ser gravadas em cada setor, que passam de 512 bytes para 4 KB.

Um novo tipo de firmware

O primeiro passo tomado pela Microsoft para permitir o uso de discos rígidos imensos foi tornar seus produtos compatíveis com a especificação Unified Extensible Firmware Interface (UEFI), padrão surgido como uma forma de substituir o tradicional BIOS (Basic Input/Output System).

Evolução das capacidades de armazenamento com o passar do tempo (Fonte da imagem: Reprodução/Construindo o Windows 8)

A nova interface acompanha a tecnologia GUID Partition Table (GPT), que, em teoria, permite a construção de discos rígidos de até 9,4 Zettabyte (1 ZB corresponde a 1.000.000.000.000.000.000.000 bytes). A partir do Windows Vista 64-bits, a empresa já possibilita trabalhar com dispositivos com o recurso, algo que só deve se tornar mais evidente com o Windows 8.

Segundo a companhia, diversos parceiros já estão trabalhando para lançar no mercado produtos equipados com o sistema UEFI, o que vai permitir que o sistema operacional use ao máximo suas possibilidades. De acordo com Stefen Sinofsky, principal responsável pelo desenvolvimento do produto, assim que a plataforma for lançada já haverá uma grande variedade de dispositivos compatíveis com HDs com capacidade superior a 3 TB.

Tamanhos de setor grandes

Outro ponto que vai beneficiar o Windows 8 é a incorporação de tamanhos de setor grandes (de 4 KB) nos discos rígidos mais modernos. Isso permite que o espaço disponível seja usado de forma mais eficiente, já que não é necessário destinar tanto espaço para o armazenamento de ECCs (códigos de correção de erros) quanto os produtos com setores de 512 bytes, já bastante difundidos no mercado.

(Fonte da imagem: Reprodução/Construindo o Windows 8)

Os novos discos utilizam aquilo que é chamado de AF (formato avançado), tecnologia que organiza fisicamente os dados em blocos de 4 KB. Atualmente, dispositivos dessa espécie estão divididos em dois tipos: aqueles capazes de emular o sistema de 512 bytes (conhecidos como AF: 521e) e os sem essa camada, chamados simplesmente de 4 K nativos.

Para garantir o suporte a ambas as mídias, a Microsoft desenvolveu métodos que permitem que aplicativos recuperem o tamanho do setor físico de cada dispositivo, garantindo seu alinhamento de E/S ao setor físico reportado. Após anos de esforço da empresa, o Windows 8 é o primeiro sistema operacional a dar suporte nativo aos dois tipos de discos.

Resolvendo problemas

Segundo Sinosfky, durante o desenvolvimento do novo sistema operacional, diversos problemas foram solucionados pela equipe responsável pelo projeto. Entre eles está a introdução de uma nova API e o aperfeiçoamento daquela já existente para facilitar que os aplicativos consultem o tamanho do setor físico de um disco.

(Fonte da imagem: Reprodução/Construindo o Windows 8)

O reconhecimento de setores grandes também foi aperfeiçoado para o sistema de arquivos NTFS, e o recurso foi incorporado no novo formato VHDx, usado pela tecnologia Hyper-V presente na plataforma. Para finalizar, o processo de inicialização do software foi aprimorado, uma forma de garantir que o Windows funcionasse corretamente a partir de discos 4 K nativos.

A Microsoft afirma que está trabalhando com equipes internas de outros produtos e com todo o setor de tecnologia para garantir um comportamento eficiente e correto das unidades de armazenamento mais modernas disponíveis no mercado. Resta esperar pelo lançamento da versão final do Windows 8 para conferir todas essas novidades em pleno funcionamento.

Fonte: Blog Criando o Windows 8

Microsoft completa migração do Hotmail para o Outlook.com

Em julho de 2012, a Microsoft lançava o Outlook.com, novo serviço de email gratuito com interface Metro e integração com redes sociais. Ho...